Bom, em um final de domingo melancólico - tal como todos os outros -, deparei-me pensando sobre a subjetividade da beleza.
Beleza, para a minha geração, talvez sejam os ícones já "desgastados" como Brad Pitt, Tom Cruise, Rodrigo Santoro e tantos outros considerados "it boys". Ou, quem sabe, os galãs descartáveis do momento, como Justin Bieber, Robert Pattinson, Zac Efron e tantos outros que eu, no alto da minha ignorância, não saberia aqui citar.
Mas como sempre andei na contramão de esteriótipos, prefiro classificar a beleza como algo além de uma cara, de um estilo, de um charme. Gosto mesmo daquilo que aflora além da genética, daquilo que transparece pelo que se diz, pelos gostos, pela forma de pensar e agir. Talvez - ou melhor, com certeza - por isso minhas predileções foram sempre motivos de piada. Gael Garcia Bernal (por algo MUITO além de seu físico), Tony Blair, Fernando Henrique, Che Guevara, Ricardo Amorim e até mesmo - pasmem! - Zeca Camargo, são meus tipos preferidos.
Acredito que a maturidade faz com que saibamos diferenciar o que é realmente belo, o que é realmente classificado, por mais subjetivo que seja, como beleza (e maturidade NÃO vem com a idade - vem com tantas outras definições que perderia o foco deste post).
Hoje, na minha realidade, idade e conjuntura, conheço poucas pessoas que se encaixam nos meus padrões de beleza. E, talvez, por isso - como já dizia o poeta, "beleza é fundamental" - perco o interesse tão rápido nas pessoas....
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